Pertencer à Europa - A identidade como prática
Rumo à Conferência de Berlim 2026: a Europa no centro das nossas práticas
Como transformar uma ideia abstrata da Europa num verdadeiro sentimento de pertença? Como o Conferência Berlim 2026, a iniciativa Uma alma para a Europa convida-o para uma reunião crucial no Casa Jean Monnet.
Este evento é mais do que um simples encontro: é um grupo de reflexão cujas conclusões irão influenciar diretamente os debates da grande conferência anual (BC2026) a realizar em 5 e 6 de novembro.
Tema: «Pertencer à Europa - A identidade como prática»
Perante a crescente alienação das estruturas institucionais, afirmamos que a estabilidade democrática se baseia numa experiência de pertença.
A identidade europeia não deve continuar a ser uma narrativa imposta do alto, mas sim um modo de vida. prática diária enraizada nas nossas cidades. É ao nível municipal que a cidadania se concretiza e que os laços sociais são renegociados.
Porque é que este acontecimento é crucial?
Num contexto de fragmentação social, este encontro tem por objetivo :
- Reduzir a distância em relação à UE: Diálogo direto com os deputados europeus para criar uma ponte entre as instituições e a sociedade civil.
- Valorização do nível municipal : Apoiar os presidentes de câmara e as autoridades locais enquanto catalisadores essenciais da democracia.
- Mobilização da cultura : Utilizar as artes como «tradutoras» para transformar os valores europeus em emoções e experiências concretas.
- Redefinir a identidade: Afastar o conceito de identidade das narrativas exclusivistas e transformá-lo numa prática aberta, inclusiva e democrática.
As artes e a cultura no centro
Consideramos as redes culturais como as novas arenas para a revitalização democrática. Através da sua capacidade de tocar os sentidos e as emoções, os artistas e os criadores desempenham um papel fundamental na construção da Europa eloquente e acessível.






